Data chama a atenção para o câncer de bexiga, doença que pode ser silenciosa, mas apresenta um sinal de alerta que costuma aparecer logo no início
É comum que pequenos sinais do
corpo sejam atribuídos ao cansaço, à idade ou até a uma infecção passageira.
Mas quando o assunto é câncer de bexiga, um sintoma merece atenção imediata: a
presença de sangue na urina, mesmo que aconteça apenas uma vez e sem dor.
Durante o Julho Rosa, Verde e
Roxo, campanha dedicada à conscientização sobre o câncer de bexiga,
especialistas reforçam a importância de reconhecer precocemente os sinais da
doença. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve
registrar aproximadamente 11.240 novos casos de câncer de bexiga em 2026,
sendo 7.720 entre homens e 3.520 entre mulheres. A incidência é
significativamente maior no público masculino, especialmente após os 60 anos.
Para o oncologista clínico do IOP
- Instituto de Oncologia do Paraná, Dr. Evanius Wiermann, a
maior dificuldade continua sendo fazer com que as pessoas valorizem os
primeiros sintomas. "O câncer de bexiga tem uma característica importante:
muitas vezes ele se manifesta logo no início por meio do sangue na urina. O
problema é que esse sinal costuma ser minimizado ou confundido com infecção
urinária ou cálculo renal. Toda alteração desse tipo precisa ser investigada
rapidamente, porque o diagnóstico precoce faz toda a diferença nas
possibilidades de tratamento e nas chances de cura", explica.
Tabagismo continua sendo o
principal fator de risco
Embora fatores como idade, sexo
masculino, exposição ocupacional a determinados produtos químicos e histórico
familiar aumentem o risco da doença, o principal fator de risco continua sendo
o tabagismo. Isso inclui o cigarro convencional e acende um alerta também para
o uso de dispositivos eletrônicos para fumar, como vapes e pods, que expõem o
organismo a substâncias potencialmente tóxicas e ainda têm efeitos de longo
prazo em investigação.
Estudos mostram que o tabagismo
está relacionado à maioria dos casos de câncer de bexiga. As substâncias
tóxicas presentes no cigarro são eliminadas pela urina e permanecem em contato
direto com a parede da bexiga, favorecendo o surgimento de alterações celulares
ao longo dos anos. "O cigarro não
aumenta apenas o risco de câncer de pulmão. Ele também está diretamente
relacionado ao desenvolvimento de tumores na bexiga. Por isso, abandonar o
tabagismo continua sendo uma das medidas mais importantes para reduzir o risco
da doença", destaca o especialista.
Diagnóstico precoce significa
tratamentos menos agressivos
Outro ponto importante é que,
quando identificado nas fases iniciais, o câncer de bexiga costuma permitir
tratamentos menos invasivos e com melhores resultados. Além do sangue na urina,
sintomas como aumento da frequência urinária, ardência ao urinar e sensação
persistente de urgência para ir ao banheiro também merecem avaliação médica,
principalmente quando persistem ou se repetem.
"O maior erro é esperar que o
sintoma desapareça sozinho. Muitas pessoas procuram atendimento apenas quando
ele se torna recorrente. Quanto mais cedo investigarmos qualquer alteração
urinária, maiores são as possibilidades de um tratamento eficaz e de
preservação da qualidade de vida", reforça Dr. Evanius Wiermann.
Mais do que uma campanha de
conscientização, o Julho Rosa, Verde e Roxo convida a população a olhar
com mais atenção para os sinais do próprio corpo. Em muitos casos, alguns
minutos para procurar um médico podem representar a diferença entre um tratamento simples e
uma doença diagnosticada em estágio avançado.
Sobre o Grupo Med4U:
A
Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor
da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e
profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP
(Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a
Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em
Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada
em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um
grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em
saúde.
O
IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026,
continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em
Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança
com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a
parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica
no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP
também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no
Paraná (ONA 3).
O
IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta
e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem,
Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como
cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado
mais completo e humanizado.
Para
mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site:
https://iop.com.br
IOP:
Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.
Mais
informações:
Mateus
Leme
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Marginal
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São Marcelino Champagnat
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3087-7600

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