Baseado na obra do angolano Ondjaki, espetáculo conta a história da deusa que fazia chover e fica em cartaz até 19 de julho na CAIXA Cultural Curitiba. Ingressos já estão à venda

Cred Renato Mangolin
Até o dia 19 de julho, o musical “Ombela – A Origem das Chuvas” fica em cartaz na CAIXA Cultural Curitiba, com apresentações de quarta-feira a domingo, sempre às 17h.
Unindo teatro, música, circo, dança, bonecos, máscaras e poesia, o espetáculo é inspirado na fábula do livro infantil homônimo do autor angolano Ondjaki e narra a história de Ombela, uma deusa-menina africana responsável pelas chuvas, que passa a questionar a origem de suas lágrimas.
Ao ouvi-la, seu pai explica que todas as emoções fazem parte da evolução, inclusive a dos deuses. Ombela vai descobrir que suas lágrimas dão origem aos mares e rios e essa ideia desencadeia uma trama sensível e surpreendente. Curiosa e inquieta, Ombela decide viajar do Orum ao Aiyê, céu e terra na tradição iorubá, em uma jornada ambientada em outro tempo. Pelo caminho, encontra divindades africanas que compartilham importantes ensinamentos e ao lado de sua inseparável amiga rã, ela compreende o valor da chuva e de suas próprias emoções, e divide com o pai e com o público tudo o que aprendeu nessa trajetória.
Fruto de uma imersão na música brasileira e com o olhar voltado para a sua herança africana, o musical infantil celebra a união dessas duas culturas, que tanto se conectam. A partir desse diálogo intercultural, o tambor foi colocado como o centro de todas as composições que se inspiram em seus toques. Na composição da criação da peça, os figurinos foram desenhados com o conceito da África e confeccionados com tecidos originais do continente.

Trechos do espetáculo: Ombela – A origem das chuvas. Foto: Renato Mangolin
Oficina de criação e produção cultural
O diretor, produtor e ator Arlindo Lopes ministra a oficina gratuita Artista - Criação e Produção, em que apresenta com artistas profissionais e estudantes um pouco de sua trajetória nesses 20 anos, descrevendo etapas da criação de um projeto cultural. Entre os temas abordados, estão o desenvolvimento de uma propriedade intelectual, a criação de um projeto gráfico, a utilização da narrativa para múltiplas plataformas, a busca por parcerias no mercado, o entendimento das Leis de Incentivo, entre outros.
Serão dois encontros, a serem realizados nos dias 11 e 12, com quatro horas de duração cada. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas no pelo site da CAIXA Cultural.
Ficha Técnica:
Ombela - A Origem das Chuvas
Livremente adaptado da obra de Ondjaki
Texto: Mariana Jaspe e Ricardo Gomes
Direção Artística: Arlindo Lopes
Elenco: Caroll Badon, Allira, Hiane, Iris Ferreira, Gustavo Delayte e Lindomar Francisco
Musicistas: Geiza Carvalho, Vanessa Machado e Jeferson Souza
Direção Musical: Jonas Hocherman Correa e Maria Clara Valle
Supervisão Musical 2026: Wladimir Pinheiro
Composições Originais: Ondjaki, Jonas Hocherman e Maria Clara Valle
Assistência de Direção: Marina Martins
Direção de Movimento e Coreografias: Gleide Cambria
Supervisão Coreográfica e Coreografias 2026: Carlotta Romanelli
Cenário: Teca Fischinski
Figurinos: Tereza Nabuco
Bonecos: Dante
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Adereços e Máscaras: Carol W
O Aramista: Rafael Turatti
Visagismo: Carol W e Joana Seibel
Aulas de Dança de Matriz Africana 2026: Fábio Batista
Pesquisa: Vilma Piedade
Design de Som: Lucas Campello
Design Gráfico: Gilberto Filho
Direção de Produção: Arlindo Lopes
Produção Executiva: Carlotta Romanelli e Gilberto Filho
Produção Local: Priscila Cruz
Idealização: Joana D Aguiar, Maria Clara Valle, Arlindo Lopes e Jonas Hocherman
Assessoria de Imprensa: TIP - Performance de Mídia
Realização: Pássaro Azul Produções Culturais
Serviço:
[Teatro] Ombela - A Origem das Chuvas
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Datas: de 8 a 12 de julho e de 15 a 19 de julho de 2026 (quarta-feira a domingo)
Sessões com acessibilidade em Libras nos dias 11 e 18 de julho de 2026
Horário: 17h
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Vendas: a partir das 10h do dia 4 de julho na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba e a partir das 15h na bilheteria digital
Horário bilheteria: terça a sábado, das 10h às 20h | domingos, das 10h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
[Oficina] Artista - Criação e Produção
Local: CAIXA Cultural Curitiba - Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Datas: 11 e 12 de julho de 2026 (sábado e domingo)
Horário: 10h às 13h
Duração: 3 horas
Vagas Limitadas
Inscrições gratuitas pelo site: CAIXA Cultural
Classificação indicativa: 18 anos
Informações: (41) 3041-2155 | CAIXA Cultural Curitiba | @caixaculturalcuritiba
Sobre o diretor: Arlindo Lopes é ator, diretor e produtor. Ensina-me a Viver foi sua primeira produção, tendo ao lado a atriz Glória Menezes e o diretor João Falcão. Um ucesso que circulou por 47 cidades, alcançando 950 mil espectadores. Conquistou o Prêmio APTR de Melhor Produção, e os prêmios de espetáculo, direção, atriz e ator do Prêmio Arte Qualidade Brasil. Produziu e protagonizou o musical infanto-juvenil A Ver Estrelas vencedor de direção no Prêmio Zilka Salaberry; produziu, dirigiu e a adaptou o musical infantil As Aventuras do Menino Iogue, projeto premiado com o Botequim Cultural de direção e adaptação, além de 9 Prêmios CBTIJ; Dirigiu e produziu o musical Ombela - A Origem das Chuvas, vencedor de 9 Prêmios CBTIJ; Fez o monólogo Leonsilon, Todos Os Rios Levam a Sua Boca e voltou a produzir Ensina-me a Viver, dessa vez a montagem contou com Nívea Maria. Produziu, dirigiu e adaptou o podcast Até Onde Vai Sua Coragem indicado a melhor podcast no Festival com.Kids. Dirigiu o musical infantil Menino Mandela, 5 Prêmios CBTIJ, e o monólogo O Pássaro na Gaiola. No audiovisual assinou a direção, roteiro e produção executiva do documentário Escolhas - Um DocMúsica e produziu o curta-metragem Independentes com roteiro e direção de Carla Faour.
Sobre a Pássaro Azul Produções Culturais: Pássaro Azul Produções desenvolve projetos que tragam diversas questões sociais para contar histórias plurais, que tenham em sua estrutura a diversidade, a representatividade e que possam de alguma forma contribuir na abertura de caminhos concretos, potencializando a democratização de acesso à cultura. Com mais de 16 anos de atuação no mercado de produção cultural, o primeiro projeto realizado foi o espetáculo Ensina-me a Viver que teve como protagonistas as atrizes Glória Menezes, de 2007 até 2015, e Nívea Maria em 2022 a 2023. O espetáculo percorreu 47 cidades brasileiras e conquistou 6 Prêmios, permanecendo 7 anos em cartaz e alcançando um público de mais de 950 mil pessoas. Em suas realizações ainda contam o musical infantojuvenil A Ver Estrelas, prêmio Zilka Salaberry de Melhor Direção para João Falcão; As Aventuras do Menino Iogue, musical infantil que conquistou 11 prêmios CBTIJ - Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude e Botequim Cultural; Ombela - A Origem das Chuvas, musical vencedor de 9 prêmios CBTIJ; Menino Mandela, musical que recebeu 5 prêmios CBTIJ; os monólogos Leonilson, Todos Os Rios Levam a Sua Boca e O Pássaro na Gaiola; o curta-metragem Independentes com roteiro e direção de Carla Faour; o documentário Escolhas - Um DocMúsica e o podcast Até Onde Vai Sua Coragem indicado ao Prêmio com.kids 2022.
Sugestões de palavras-chave: Ombela, a origem das chuvas, musical infantil, teatro, CAIXA Cultural Curitiba, universo africano, matriz africana, dança, bonecos, máscaras, Ondjaki

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